foto sem créditoCopiei e colei, do blog do Zé Beto, esse texto de Jorge Eduardo Mosqueira, que tem muito das raízes de minha filha Anaterra Viana, neta de "mainha", dona Nerita Ribeiro Melo Viana, prima de Elomar.
Mainha, como carinhosamente é chamada na família, é uma guerreira que, ficando viúva muito cedo, pegou uma gráfica que Asdrubal tinha deixado quando encantou-se, e se mandou, junto aos seis filhos pequenos, pra Curitiba.
É uma vencedora que, amanhã completa 79 anos, criou seus filhos e até hoje é uma típica matriarca. Viva Mainha! Viva Elomar! Viva Glauber Rocha, viva Vitória da Conquista!
Primos de primeiro grau, Nerita e Elomar se vêm sempre que ela volta à terrina.
Das barrancas do Rio Gavião12 jul 2009 - 08:42
De Jorge Eduardo, publicado no Blague do Blog ( http://www.blaguedoblog.blogspot.com/):
"Das barrancas do Rio Gavião: Chico e Elomar, Elomar e Chico, Elomar e Jadher Assunção
Título ininteligível, aqui nas araucárias. Explico. Tive como colega em um curso de processo do trabalho (sim, somos operadores do direito, né?), hoje amigo véio, o Francisco Silva, baiano de Vitória da Conquista - terra do fotógrafo Alberto Baiano Viana, de quem já sabia ser primo do Cara abaixo -, que volta e volta escreve neste blog. Num dos intervalos de aula o Chico me disse de onde era e eu, mania de localizar, identifiquei-o: “Terra de Elomar”. Chico arregalou os olhos, como se identificasse alguém próximo, mas desconhecido, por aí. Daí começa nossa amizade de infância. Pois bem. O dr. Francisco, o Chico, me escreve de Vitória da Conquista para contar que está em casa de Elomar e o pessoal, meio que admirado, gosta da lembrança deste curitiboca. Mas quem sou eu? E não é que Elomar e família gostaram de saber que em Curitiba tem macaca de auditório do Bode? Pois tinha sempre e ainda tem. Lembro-me do querido amigo Aramis Millarch (consultem http://www.millarch.org/), o primeiro aqui por estas bandas a saudar o grande Elomar. Se não me engano, outro querido amigo, o Luiz Augusto Xavier, que na época escrevia sobre música, também escreveu sobre Elomar. Não me lembro de quem peguei carona, se de um deles, se do Kubrusly (na época, na Som 3, acho eu), e lá fui eu, pobre criança, atrás do Elomar, nas lojas de discos. Achei o seminal “Nas barrancas do Rio Gavião”. Meu amigo Roberto José da Silva, irmão siamês com quem compartilho gostos idênticos, mas algumas diferenças ideológicas (ele é tucano, eu sou khmer vermelho), vinha também de Elomar (não lembro se no mesmo tempo, mas consideremos que foi). É ele, mesmo, o Zé Beto do blog do Zé Beto, embora goste mais de chamá-lo de Roberto. "
De Jorge Eduardo, publicado no Blague do Blog ( http://www.blaguedoblog.blogspot.com/):
"Das barrancas do Rio Gavião: Chico e Elomar, Elomar e Chico, Elomar e Jadher Assunção
Título ininteligível, aqui nas araucárias. Explico. Tive como colega em um curso de processo do trabalho (sim, somos operadores do direito, né?), hoje amigo véio, o Francisco Silva, baiano de Vitória da Conquista - terra do fotógrafo Alberto Baiano Viana, de quem já sabia ser primo do Cara abaixo -, que volta e volta escreve neste blog. Num dos intervalos de aula o Chico me disse de onde era e eu, mania de localizar, identifiquei-o: “Terra de Elomar”. Chico arregalou os olhos, como se identificasse alguém próximo, mas desconhecido, por aí. Daí começa nossa amizade de infância. Pois bem. O dr. Francisco, o Chico, me escreve de Vitória da Conquista para contar que está em casa de Elomar e o pessoal, meio que admirado, gosta da lembrança deste curitiboca. Mas quem sou eu? E não é que Elomar e família gostaram de saber que em Curitiba tem macaca de auditório do Bode? Pois tinha sempre e ainda tem. Lembro-me do querido amigo Aramis Millarch (consultem http://www.millarch.org/), o primeiro aqui por estas bandas a saudar o grande Elomar. Se não me engano, outro querido amigo, o Luiz Augusto Xavier, que na época escrevia sobre música, também escreveu sobre Elomar. Não me lembro de quem peguei carona, se de um deles, se do Kubrusly (na época, na Som 3, acho eu), e lá fui eu, pobre criança, atrás do Elomar, nas lojas de discos. Achei o seminal “Nas barrancas do Rio Gavião”. Meu amigo Roberto José da Silva, irmão siamês com quem compartilho gostos idênticos, mas algumas diferenças ideológicas (ele é tucano, eu sou khmer vermelho), vinha também de Elomar (não lembro se no mesmo tempo, mas consideremos que foi). É ele, mesmo, o Zé Beto do blog do Zé Beto, embora goste mais de chamá-lo de Roberto. "

2 comentários:
viva Elomar !
Por que barrancas anda ele ?
Pois o arquiteto criador de bodes vive na fazenda, em Rio Gavião, 30 km. de Vitória da Conquista.
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