fevereiro 27, 2011








Garibaldis, Sacis & Cia...





 


 










Mas Curitiba tem Carnaval?











Alguém conhece

o primeiro conjunto habitacional do Brasil?





 Vila Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, CIC, Curitiba-PR, oras bolas...




Esse espaço anda com menos frequência de postagens por exigências formais da vida, apesar de que viver Curitiba pra mim é a única forma de oxigênio.
Vivo muito o centro da cidade ultimamente, onde não me é difícil reconhecer os reflexos da periferia ali presentes, estampados em cada calçada. Em cada fila de ônibus.
Já circulei e acompanhei muito a formação do entorno, da periferia, da nova Curitiba que se forma a partir do êxodo rural em massa na década de 70.
Não podendo me estenter no assunto, que seria apenas a abordagem do aspecto de pertencimento quanto à arquitetura de Alfred Willer, na época, que quis impor um estilo sulista de sótão de madeira e casas mistas,
quando os colonos vinham com a expectativa da casa urbana de alvenaria, o rumo da prosa mudou.

Curiosa que sou, fui ao google e tasquei lá:

QUAL O PRIMEIRO CONJUNTO HABITACIONAL DO BRASIL?


Não deu outra. Lá estava nossa Vila Nossa Senhora da Luz.

A mais curiosa inserção no mundo net que achei foi no







"Em 1966 o presidente general Humberto de Alencar Castello Branco inaugurou o primeiro grande conjunto habitacional do Brasil com recursos do recém-criado BNH. Foram construídas 2100 casas populares num projeto de desfavelização de Curitiba. Hoje a vila está no bairro mais populoso do Sul do Brasil, a Cidade Industrial de Curitiba, com 174 mil habitantes.

É um lugar sem igual, as ruas estreitas, dominadas pela população, são uma extensão da casa. Os carros têm que desviar das pessoas e andar devagar.

Parece uma cidadezinha do interior, onde as pessoas se conhecem e são solidárias entre si.

Voto na Vila como ponto turístico de Curitiba e não no Jardim Botânico, Opera de Arame ou Parque Tanguá, que não condizem com a realidade curitibana, se você quiser conhecer Curitiba, conheça a Vila Nossa Senhora da Luz!..."


Baitaque, respondeu há 3 anos.



Não é interessante saber o que o curitibano pensa de sua cidade e o que passa ao mundo?
Adoro essa interação!



fevereiro 26, 2011





ELES USAM BLACK TIE?

















O MUNDO GIRA E A LUSITANA RODA...













O mundo gira e a Lusitana roda! Quem tem mais de 30 anos, sabe…E quem não tem, não tem problema, eu explico: é que existe uma empresa de mudanças cujo lema era esse, essa história do mundo girar e a Lusitana mudanças rodar acaba por virar a grande metáfora da rotação célere do mundo em que vivemos.
Inexorável, é transformar ou virar fóssil.

Pois bem. Estou assim aqui no meu estúdio,microcosmo urbe, em plena mudança de rumo.
O meu espaço cumpre sua profecia de
não-lugar. Mantendo-se como leito mas mudando o fluir das águas.
Encolhe, de certa forma, mas depura de outra a função de uso físico.
Minha arqueologia de peças de casas sucumbidas talvez não me acompanhem mais.
Tiveram suas funções, virarão imagem.
Livros e enciclopedias irão para alguma biblioteca.
Será que alguém ainda quer?
E assim caminha a vida e o embate
do tempo com o espaço.
Questão de adequações.

;









ONTEM, SEXTA DE CHUVA

















GENTEM!

AMANHÃ, ÚLTIMO PRÉ DOS

GARIBALDIS & SACIS







O MOTE?

INVERTIDO

NÃO VALE MULHER IR VESTIDA DE FÊMEA

 NEM HOMEM VESTIDO DE MACHO!

DIVERTIDO!



fevereiro 20, 2011

Pré-Carnavalesco em Curitiba

Garibaldis & Sacis











O tema: Bebês e Super Heróis!










Houve um concurso de marchinhas carnavalescas. Uma delas dizia da solidão do cavalo babão, como é chamada a escultura de Tod. Uns malucos beleza resolveram fazer companhia para o tal.
Sujou! Veio a justa e enquadrou os moços.



fevereiro 19, 2011










 
Banco de Faquir











Durante anos a soleira do salão de beleza em frente de casa exibiu esse "chega pra lá" físico, com objetos pontiagudos de metal.
Só serviu mesmo para aflorar a vocação de alguns sem teto para faquir.
Amortizavam com sacolas e sentavam ou deitavam, usando do mesmo jeito o espaço.
Agora, com a lei anti-fumo, o cabeleireiro resolveu remover os agressivos empecilhos para que suas clientes possam, como ets, - papel alumínio na cabeça, bobs, etc...-  irem ali sentar e fumar seus cigarros, por mais extravagantes que sejam seus visuais, em plena rua.
Os ambulantes adoraram!
Voltaram suas reuniões nos fins de semana ali.



fevereiro 18, 2011









"Miséria é miséria em qualquer canto.
Riquezas são diferentes."


(titãs)



Foto de Carlos Romão 

Carlos Romão vive na cidade do Porto e tem dois blogs, o
  Cidade Surpreendente  que mostra a luz que dela emana, e a 
Outra Face da Cidade Surpreendente, mostrando, digamos, a sombra da urbe a qual se dedica.
A foto acima, é claro, é do













No Tubo




















PÔR DO SOL NO GUAIBA





F_R_A_G_A



"Sexta é clareira;
  sábado, planície;
    domingo, pântano.
               Segunda começa a selva."











fevereiro 17, 2011







SOBRE O MIX ESTÉTICA, ÉTICA E USO DO CORAÇÃO PARA JUSTIFICAR FABRICAÇÃO DE GUERRAS E ARMAS.

Fica difícil entender, respeitar e manter culturas em tempos de globalização, não?
Reproduzo artigo de Ronaldo Eutler que fala sobre a imagem vencedora do ano do World Press Photo:

 

A imagem do ano do World Press Photo




Revista Time, 19/07/2010

   
Revista Time, 19/07/2010

 

Ronaldo Entler , no blog Iconica [domingo, 13/02/2011]

"Fiquei surpreso com a foto escolhida como “imagem do ano de 2010” pelo World Press Photo: o retrato feito pela sulafricana Jodi Bieber da jovem afegã Aisha, que teve seu nariz e orelhas decepados pelo marido, com o apoio do Taleban.
Lembro bem de quando a imagem circulou pelo mundo no ano passado depois de ser publicada na capa da revista Time. É desse tipo de cena que você olha com o estômago e só consegue responder com o silêncio.
Foi uma experiência forte, sem dúvida, mas em momento algum senti que estava diante de uma grande fotografia. Ela é boa talvez no sentido de demandar credibilidade e de dar expressão à gravidade do fato. Mas nada muito além disso.


Vamos então refletir um pouco mais sobre essa imagem, sobre sua publicação pela Time, sobre o prêmio recebido. Não tenho clareza do que penso. Acreditem, vou tentar entender enquanto escrevo.
- A imagem expõe o resultado da violência sem nenhum pudor. Sensacionalismo? A imagem é sem dúvida “apelativa”, no duplo sentido do termo: é um clamor e uma superexposição. Difícil saber se uma coisa justifica a outra, isto é, se a necessidade de trazer algo à nossa consciência justifica a carga excessiva colocada sobre nosso olhar. Mas essas duas coisas estão lá, tanto pior se fosse apenas a segunda. Como assume o editor, “nossa imagem de capa desta semana é forte, impactante e perturbadora”. Não é só isso. Sem nenhuma ingenuidade, eles estão bancando ali uma quase propaganda (de guerra): “o que acontece se deixarmos o Afeganistão”, diz a chamada, referindo-se à discussão sobre o fim da intervenção política e militar dos EUA no país do oriente-médio. A imagem é a resposta.
- Não é apenas a violência que nos perturba. É sua proximidade. O Afeganistão continua longe e, em princípio, ainda estamos “diante da dor dos outros” à qual normalmente reagimos com um misto de repulsa e curiosidade. Mas, nesse caso, há algo diferente, um vínculo forte com o ocidente. Não só porque os EUA estão no Afegaistão (esse é o tema da reportagem da Time), ou porque a garota já estava sob a proteção das tropas americanas, antes de seguir para os EUA. A questão é que temos ali uma beleza que também é a nossa, uma mulher que poderia ter qualquer nacionalidade, um rosto que, se não estivesse mutilado, não apenas despertaria nossa compaixão, mas também nos seduziria. Há um potencial ocidental nesse rosto que impede sua abordagem como exótico. Diferente de pensar “pobre das mulheres daqueles homens”, é como se a violência tivesse agora atingido uma das nossas. Portanto, o próprio fato envolve uma questão de identificação com uma imagem.
- A foto parece ser pouco elaborada, um retrato numa capa como tantas outras que já vimos. Não há uma composição que se destaca, um enquadramento peculiar, um instante decisivo. No site de Jodi Bieber, há vários ensaios que demonstram melhor sua competência. Há coisas realmente boas por lá. Mas e a foto desta capa? Não podemos ser ingênuos: essa simplicidade não deixa de ser uma construção. A fotografia de aberrações (pessoas doentes, deformadas, mutiladas…) é quase um gênero histórico que possui sua própria linguagem.  Mas não é o caso. Temos ali um retrato com um leve toque publicitário: um sombreado ao fundo, um torso precisamente colocado entre a frontalidade e o perfil, um olhar de canto de olho mas que enfrenta a câmera,  um vestuário oriental soft. E claro, aquele rosto que tinha tudo para ser belo. Poderia ser a foto de uma campanha publicitaria, de um book de modelo, ou de uma personalidade qualquer que aparece em capas de revista. Nossa perturbação aumenta exatamente porque essa imagem coloca um conteúdo numa forma que parece não lhe pertencer. É uma estratégia forte e precisa que tem antecedentes: August Sanders, Diane Arbus, Joel-Peter Witkin… Acho que a Time teve consciência desse deslocamento, de que mostravam alguém que passou por uma experiência limite de violência do mesmo modo que mostrariam o ganhador do Oscar ou o investidor do ano. Mas duvido um pouco de que os jurados do prêmio tenham passado por questões dessa ordem. Por sua vez, a fotógrafa diz algo que quase segue nessa direção, mas de um modo mais poético: “quis mostrar sua beleza, não quis mostrá-la como uma vítima”. Mas não podemos ser hipócritas: aos nossos olhos, sua beleza apenas agrava sua condição de vítima, escancara aquilo que foi perdido.
- Mesmo que haja grandes trabalhos premiados, sinto que o World Press não se preocupa tanto com a originalidade autoral. Já vimos por lá bichinhos, paisagens, também já vimos acidentes e catástrofes, tudo isso em fotos que são, no máximo, interessantes e corretas. Isso significa que o prêmio valoriza não tanto – ou não apenas – a obra, mas a beleza do fato, a importância do fato, a gravidade do fato, e a capacidade do fotógrafo de estar ali quando as coisas acontecem. É uma concepção clássica de fotojornalismo, também não é a minha preferida, mas tem lá sua legitimidade. Neste caso, não parece ser diferente: o prêmio não considera apenas a foto, mas também a importância do contexto que ela revela e do qual participa. Mas, mesmo os bichinhos e as catástrofes costumam aparecer no World Press com composições mais sofisticadas que essa.  Normalmente, o público ainda diria: “nossa, que foto!”. Aqui, seria: “nossa, que coisa, que desgraça, que maldade!” Talvez, simplesmente: nossa!”.  Os parâmetros não parecem estéticos, imagino que um dos principais ingredientes dessa escolha seja a comoção. Vale explicar. Por comoção, podemos entender um “movimento coletivo”, o desejo de considerar o afeto do público como um componente da comunicação de massa (como fazem explicitamente os roteiristas de novela quando conduzem a trama em função de uma vontade média). Mas claro, essa comoção não é fútil, ao contrário, considera a importância do tema, é politizada no sentido de destacar o papel que a fotografia teve para esse público na compreensão de uma realidade e na afirmação de uma causa. De todo modo, se esta hipótese faz sentido, isso significa trocar um papel “formador” que um evento cultural poderia ter por um papel simplesmente “consagrador”.
Por um instante, eu mesmo achei que poderia chegar à conclusão de que o prêmio foi justo ou injusto. Mas não é preciso trazer o debate para o campo moral. Se estranhamos a escolha, temos que tentar tirar um sentido disso. Construir um olhar crítico sobre as imagens é muito mais produtivo do que reivindicar uma pretensa objetividade das fotografias, das exposições, dos concursos."





Abaixo, exemplifico, a grosso modo, a força do olhar de uma mulher, seja ela dentro de um contexto fictício de uma gioconda, ou 'retirada' de seu entorno natural, virando capa de revista, num 'plano americano'. Pulando pro lado de cá de sua cultura. Tirando o que o chador esconde.

Eu, como o craque Ronaldo Entler, me confundo de como uma imagem pode servir a tantos objetivos. De nefastos a justiceiros. Isso me tira o sono.





AS MONALISAS DA FOTOGRAFIA




             Revista Time, 19/07/2010                   
      Da Vinci                                           foto Jodi Bieber                                         Steve McCurry













Paranaguá














fevereiro 15, 2011



























A Curitiba de Iara Teixeira




  foto Iara Teixeira

A Iara, plagiando Leminski,  novaiorquisa, moscoviteia, sem sair de suas janelas, a do seu apartamento e do seu mach.
Ligada ao mundo e aos amigos, ela sabe de t-u-d-o o que acontece com todos.
Não. A Iara não é fofoqueira. É afetuosa, curiosa, talentosa, ilustrada, generosa, inteligente e ligada a todas as redes sociais e afetivas da cidade.
Impressionante!

Falo dela por ser assim uma espécie de rede em si, dentro da rede.
Seus comentários, sempre cheios de informações.
O de hoje, sobre o corte da árvore na Rua XV, que confesso, me deixou também lilás, ela passa ao artista indignado alguma informação.
O assunto não está esgotado. Tenho que localizar fotos dela e fazer uma homenagem à extinta. Tentar que seja lembrada sempre. Mas soube que ela estava muito comprometida por cupins. Doente , mesmo.
Porque chegou a esse ponto é que se lamenta.


Lina, sobre essa árvore, saiu ontem uma foto e comentário sobre o assunto na coluna do Cid Destefeni, ele postou esse comentário:

"No dia 16 de janeiro a Nostalgia publicou “Acontece em Curitiba”, quando foi comentado o perigo que certas árvores oferecem aos pedestres no centro da cidade. Foi mostrada a foto da corticeira ao lado do bonde, chamando a atenção sobre o risco de acidentes que tal árvore poderia oferecer. A prefeitura de Curitiba sabiamente extirpou aquele exemplar ameaçador no último domingo, dia 6 de fevereiro. Parabéns!"

Iara, pela transcrição











fevereiro 13, 2011

                             







O Caso do Molungu do Bondinho





                                             

 
Recebi há dias e-mail do artista plástico Daniel Escudero com texto lamentando, com razão, o desaparecimento da árvore que por tanto tempo deu sombra à Rua das Flores.
Seria um Molungu, diz Daniel, apesar de na minha leviana pesquisa visual google mostrar um perfil diferente do da foto sem crédito, gentilmente mandada por Escudero.
 
 
Bom dia Lina,
faz algum tempo conheço seu trabalho e vejo seu blog

Hoje postei no meu Facebook o texto abaixo - caso queira publicá-lo em seu blog fique a vontade. Infelizmente não tenho fotos próprias da árvore que existia ao lado do Bondinho, se vc tiver alguma e permitir que eu publique, me comprometo a dar os devidos créditos.

Sou artista plástico/ pintor e curitibano por opção.

Att.
Daniel Escudero.

IN MEMORIAM — Desde janeiro observo a febre de moto-serra que assola Curitiba.
Ontem (08/02/2011) fiquei estarrecido ao ver que a árvore centenária que estava ao lado do bondinho não existe mais.
Conheci-a bem, desde que vim a Curitiba. Gostava de olhar diariamente para ela, ao passar pela Rua XV, me admirando com seu porte majestoso. Olhava-a como quem cumprimenta diariamente algum conhecido, ou à atendente da padaria, todas as manhãs, ao tomar o café.
Me sentia feliz de morar na capital ecológica do país, certamente, motivo de orgulho.
Com sincero aperto no peito digo que conheci bem essa árvore, e dou testemunho de que no dia de sua derrubada, tinha feridas e mutilações de praxe – nada que ameaçasse ninguém – era viçosa e sadia.
Como morador de Curitiba me sinto espoliado de um centenário bem urbano, pertencente à sociedade curitibana: Porquê? E a mando de quem? Quem são os responsáveis, e a que partido pertencem?
Essa árvore era da cidade, era minha, de quem lê, de quem se lembra sua serena majestade. Ela já existia antes te todos nós termos nascido.
E não canso de perguntar, porquê?
Em sua forma de agir, Curitiba – a capital ecológica do Brasil – me parece legitimar, o desmatamento do resto das florestas. Defender a derrubada de árvores na longínqua Amazônia agora me soa como apenas como um papo insonsequente. Nem sequer conseguimos cuidar as árvores de nossa cidade, como vamos defender a Amazônia, o Serrado ou a Mata Atlântica?
Que foi de meu orgulho de morar numa cidade que se vangloria de ser a capital ecológica do Brasil. Oh glória vã! No meu entender, isto é um patético caso de hipocrisia ecológica. Não estou certo?
Lembro que faz um ou dois anos foram exibidos, em diversos pontos da mesma Rua XV, vários tocos de araucárias centenárias derrubados ilegalmente em “outras cidades”. Acusar os outros é fácil. No entanto, a cidade de Curitiba derruba uma das únicas duas árvores centenárias – e sadias - que sobreviviam no conhecido cartão postal da Rua XV. Ao meu ver seria o caso de exibir na Rua XV, a tora que sobrou da “árvore do bondinho”, exatamente da mesma forma que foram exibidas aquelas toras de araucárias. Não creio que faça mal o povo saber que, a consciência ecológica da cidade, é apenas falácia e marketing.
Agora resta apenas uma, a poucos metros da praça Osório, cabe perguntar, até quando e porque?






Daniel, publiquei seu texto pelo respeito que tenho por quem tem apego à cidade.
Passei no sábado por lá e perguntei aos funcionários do bondinho, que voltou a ser biblioteca infantil da prefeitura, e eles me informaram que no sábado anterior havia ido abaixo e replantado em seu lugar uma árvore da mesma espécie. Hi, mas aí confundiu tudo. A árvore que aparece na foto, vou
achar fotos da anterior,é completamente diferente. A verdade é que com essas impiedosas tempestades uns galhos andaram machucando um velhinho, outros caindo sobre o próprio bondinho.
Mais detalhes, não saberia.
Vamos ficar de olho!








Quem sou eu

Minha foto
Curitiba, Paraná, Brazil
Sou fotógrafa e curiosa. Vivo na cidade de Curitiba e gosto de olhar e documentar a relação das pessoas com os espaços em geral. Levo isso ao pé da letra, quando fotografo as ruas e sua ocupação desordenada. Também nos interiores das submoradias, longe de qualquer padrão de ordem mas com um sentido de segurança, mesmo que penduradas e vulneráveis à primeira chuva. Mas tudo isso tendo como compromisso a beleza, a harmonia. Mesmo na realidade de uma favela, resgatar a dignidade através do belo é o que me interessa. Gosto também, e muito, de design e arquitetura. Da social à contemporânea, o gosto pelo ocupar me interessa. contato: linafaria@yahoo.com.br
Todos os direitos reservados à autora.
Fotos podem ser copiadas desde que com menção à fotógrafa e sem fins comerciais.

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